sexta-feira, 19h, numa ida às compras e presa no trânsito, agarro o telemóvel e mando uma mensagem ao meu pai. não era dia do pai, não era dia de aniversário, era apenas mais uma sexta-feira. eu em Lisboa e o meu pai em São Jorge. e a mensagem seguiu curta e muito simples.
"Amo-te muito, pai. tenho muitas saudades."
passado 15 minutos, recebo a resposta:
"Olá filha
A saudade nem sempre é dor
Mas é sempre, sempre
Amor
Nada, nada preenche a Vossa
Ausência"
"Ligo mais tarde, estou em reunião".
Obrigada por tudo. és o meu orgulho, por tudo o que és, por tudo o que defendes, lutas todos os dias e por tudo o que nos ensinas.